uma noite quente de fevereiro, e lá estava eu, em meio a um mar de lágrimas, mergulhada em nostalgia, perdida nas minhas palavras. Resolvi me consolar, parecer forte para mim mesma, ter motivos para seguir, escrevi que depois de um furacão, não importa quanto tempo depois, haveria um arco-íris. Que bobagem, no fundo, naquele instante, eu sabia que o furacão duraria por tempo indeterminado e o arco-íris ia se perder a caminho do meu céu.
O céu, antes preto, foi cambiando de cores, passou pelo sombrio quantum, atenuou para cinzas e foi se tornando azul. Azul naval, azul meia noite, azul camarada, azul cobalto. Adoro azuis, mas aqueles tons ainda me pareciam melancólicos, traziam consigo os estragos de uma noite. O furacão intenso, era agora brisa.
Não sabia que a paleta de azuis é quase infinita, fiquei sabendo numa noite dessas, com um azul céu profundo. Desde aquele dia, conheci todos os azuis possíveis, os mais claros que se aproximavam do branco das nuvens, os mais vibrantes, semelhantes aos calafrios que corriam pelo meu corpo, os que me deixavam sorridente, eufórica e até mesmo aqueles que faziam eu me sentir perdida, os causadores de medo e insegurança.
Houve um azul que trouxe o arco-íris. O maior e mais bonito que eu já vira por aqui, o que dura por tempo indefinido, que brilha cada dia mais. Porém, nenhum tom era igual àquele azul que penetrava nos meus olhos, havia uma faísca acesa, flamejando, dominando a noite, like a firework...
então, o calor de fevereiro passou e levou consigo as sensações de outrora. Agradeço ao inverno pelo dono dos olhos azuis, de cores inconcebíveis que nele estão, cores com o poder de atenuar tudo o que fez mal, tudo o que poderia me fazer pensar que isso é só uma besteira, que é tolice esperar o céu abrir e um arco-íris surgir.
O céu, antes preto, foi cambiando de cores, passou pelo sombrio quantum, atenuou para cinzas e foi se tornando azul. Azul naval, azul meia noite, azul camarada, azul cobalto. Adoro azuis, mas aqueles tons ainda me pareciam melancólicos, traziam consigo os estragos de uma noite. O furacão intenso, era agora brisa.
Não sabia que a paleta de azuis é quase infinita, fiquei sabendo numa noite dessas, com um azul céu profundo. Desde aquele dia, conheci todos os azuis possíveis, os mais claros que se aproximavam do branco das nuvens, os mais vibrantes, semelhantes aos calafrios que corriam pelo meu corpo, os que me deixavam sorridente, eufórica e até mesmo aqueles que faziam eu me sentir perdida, os causadores de medo e insegurança.
Houve um azul que trouxe o arco-íris. O maior e mais bonito que eu já vira por aqui, o que dura por tempo indefinido, que brilha cada dia mais. Porém, nenhum tom era igual àquele azul que penetrava nos meus olhos, havia uma faísca acesa, flamejando, dominando a noite, like a firework...
então, o calor de fevereiro passou e levou consigo as sensações de outrora. Agradeço ao inverno pelo dono dos olhos azuis, de cores inconcebíveis que nele estão, cores com o poder de atenuar tudo o que fez mal, tudo o que poderia me fazer pensar que isso é só uma besteira, que é tolice esperar o céu abrir e um arco-íris surgir.
talvez a razão pela qual todas as portas estejam fechadas é que você possa abrir uma que te leve para a estrada perfeita, como um relâmpago seu coração vai brilhar e quando chegar a hora, você saberá ♪
